sábado, 2 de agosto de 2014

O tipo de análise dos dados afeta o resultado - mesmo assim, páleo ainda é melhor

Pela enésima vez, um ensaio clínico randomizado mostra que uma dieta low carb (no caso, páleo) é superior à dieta de baixa gordura e baixa caloria que as diretrizes vigentes apregoam. Sinceramente, chega a ser repetitivo, afinal dezenas de ensaios clínicos foram conduzidos, várias metanálises foram feitas, e low carb é sempre superior. Eu nem ia mencionar esse estudo (mais do mesmo), exceto por um detalhe, que merece ser explorado - o efeito benéfico - com costuma acontecer - parece desaparecer com o passar do tempo.

O estudo





O estudo randomizou 70 mulheres obesas pós-menopáusicas para dois grupos, um grupo de dieta de alto carboidrato (até 60%) e baixa gordura e outro grupo de dieta páleo (SEM restrição de calorias).

Bem verdade que a versão de páleo utilizada nesse estudo era versão do Dr. Loren Cordain, que não é nem muito low carb, e nem muito high fat:



Ou seja, o grupo páleo (PD) tinha 30% de carboidratos e 40% de gordura, enquanto o grupo controle (orientações dietéticas nórdicas - NNR) tinha 25-30% gordura e 55-60% carboidratos.

No decorrer do estudo, observou-se que o grupo páleo perdeu mais peso, mais centímetros de cintura, e teve triglicerídeos melhores do que o grupo low fat. Até aí, nada de novo. Em 2014, até as pedras já sabem que a redução dos carboidratos na dieta e o consequente aumento da proporção de gordura e proteína melhora produz perda de peso e melhora dos fatores de risco cardiovascular.

Contudo, observe as curvas:



Ok, tudo melhorou em ambos grupos, e melhorou mais no grupo páleo (o que era óbvio, já que tinha menos carboidratos). Mas chama atenção que:


  • As melhoras são discretas, e menores do que aquelas que costumamos ver em pessoas que realmente aderem com entusiasmo ao estilo de vida páleo / low-carb
  • As melhoras são estatisticamente significativas aos seis meses, mas tendem a desaparecer com o passar do tempo (24 meses).
O problema aqui é a adesão à dieta ("compliance" em inglês). Se fôssemos comparar as pessoas que REALMENTE seguiram as orientações versus as que não seguiram, as curvas acima seriam COMPLETAMENTE diferentes. Veríamos o tipo de resultado que vemos com frequência aqui no blog, e não essas melhoras discretas, que se vê na maioria dos ensaios clínicos randomizados sobre dietas.

Um tempo atrás, pedi ao Márcio Teixeira, um dos moderadores aqui do blog, que traduzisse um texto do Dr. Michael Eades, autor do (excelente) Protein Power, sobre esse assunto. Segue o texto:

A fraude das análises de tipo intenção-de-tratar (ITT, intent to treat analysis)
Dr. Michael Eades (original aqui)


'Eu concordo com você', disse a Duquesa, “e a moral disso é...‘Seja o que você parece ser’...ou, se você prefere colocar isso de um jeito mais simples...‘Nunca se imagine diferente do que deveria parecer para os outros o que você fosse ou poderia ter sido não seja diferente do que você tendo sido poderia ter parecido para eles ser diferente’.”“Eu acho que poderia entender melhor”, disse Alice polidamente, “se eu tivesse isso por escrito: mas eu não consigo seguir com você falando.” Lewis Carrol, Alice no País das Maravilhas


"Se você disser uma grande mentira e repeti-la continuamente, as pessoas eventualmente começarão a acreditar nela." Dr. Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda Nazista

Estou iniciando esta postagem com duas citações apropos. A primeira, de Alice no País das Maravilhas, porque a postagem será um pouco difícil de compreender; a segunda, porque eu já li pela enésima vez a Grande Mentira sobre dietas low-carb e quis postar sobre isto, mas eu não poderia fazê-lo antes de escrever esta postagem.

As análises do tipo intenção-de-tratar (IDT) tornaram-se o modo de rigueur de buscar resultados experimentais que, frequentemente, fornece mais resultados errados do que certos. Estes resultados errados são então registrados como lei, quando na verdade são apenas erros. Quando pessoas imparciais e inteligentes (os leitores deste blog, por exemplo) consideram IDT, eles não conseguem compreender como cientistas podem tentar fazer sentido além dos seus próprios dados, mas, infelizmente, isto ocorre em quase todos os experimentos. Aqui está como funciona.

Suponha que fôssemos fazer um experimento comparando duas dietas diferentes. Arregimentamos 100 pessoas e as agrupamos randomicamente em dois grupos de 50. Nós colocamos em um grupo, o Grupo A, uma dieta, a Dieta A e no outro grupo, o Grupo B, uma dieta diferente, a Dieta B. Nós mantemos ambos os grupos em suas respectivas dietas por 8 semanas para ver o que acontece.

No final das 8 semanas, nós detectamos que 30 membros do Grupo A abandonaram a dieta, mas aqueles que permaneceram nela perderam uma média de 1,36 Kg por semana de um total de 10,88 Kg no período do estudo. Nós verificamos o Grupo B e detectamos que ninguém desistiu do estudo e que as pessoas perderam, em média, 0,54 Kg por semana.

O que estes dados nos dizem? É muito simples. Eles nos dizem que a Dieta A é mais efetiva, mas mais difícil de seguir. Eles nos dizem que a Dieta B é menos efetiva e mais fácil de seguir. Certo? Toda pessoa inteligente concordaria com isto. Portanto, é deste modo que o estudo seria apresentado se ele fosse publicado em uma revista científica, certo? Humm, não.

Não?

Não. Se fosse publicado, a conclusão seria de que ambas dietas são exatamente a mesma.

O que você disse?!

Sim. Isto é o que os autores concluiriam. Por quê? Porque eles usariam uma análise intenção-de-tratar. De fato, o processo de revisão dos pares (peer review) provavelmente exigiria isto.

Uma análise intenção-de-tratar exige que todas as pessoas permaneçam no banco de dados, mesmo que algumas tenham abandonado o estudo. A intenção era tratar todos, assim a análise deveria conter todas as pessoas, mesmo que algumas tenham deixado o estudo após o primeiro dia. Numa IDT, os pesquisadores supõem que as pessoas que escolheram abandonar o estudo realmente não o fizeram, e os inclui em seus dados finais. Soa como alguma coisa de Através do Espelho, não?

Vamos ver como isto funcionaria em nosso estudo sobre dietas acima. As 20 pessoas no Grupo A que seguiram a Dieta A perderam 10,88 Kg cada uma. Multiplique estes 10,88 Kg por 20 pessoas que permaneceram no estudo e você descobre que o grupo perdeu 217,72 Kg durante as 8 semanas. Agora divida estes 217,72 Kg pelas 50 pessoas que começaram o estudo e você tem uma perda de peso de 4,35 Kg nas 8 semanas. Dividindo por 8 nos dá uma média de perda de peso de 0,54 Kg por semana para as 50 pessoas do Grupo A, que é exatamente a mesma perda de peso das pessoas do Grupo B. Portanto, conforme os princípios da IDT, o estudo mostraria que ambas dietas foram igualmente efetivas. Mas, como nós vimos, elas não são.

Se um médico estivesse recomendando uma dieta a seus pacientes baseado nas reais conclusões deste estudo, ele poderia dizer, razoavelmente: a Dieta A é bastante efetiva mas mais difícil de seguir, assim, se você acha que consegue seguir, a Dieta A é definitivamente o meio mais rápido de perder peso. Se você quer alguma coisa que ajudará você a perder um pouco de peso e seja fácil de fazer, então tente a Dieta B.

Se o mesmo médico recomendasse uma dieta a seus pacientes baseado nos resultados IDT, ele diria: siga a dieta que você quiser, ambas são iguais, dá na mesma.

Por que, você pode perguntar, uma pessoa aparentemente inteligente faria algo tão estúpido como usar IDT para avaliar dados? Há uma razão, embora ela tenha seus próprios problemas.

Todos sabemos, a partir da experiência e de falar com um monte de gente que perdeu peso, que muitas dietas diferentes funcionam. Pessoas perdem peso na dieta Ornish e perdem peso na infinitamente preferível dieta Protein Power. E em muitas outras dietas também. Assim, podemos razoavelmente supor que quase toda dieta ajudará algumas pessoas a perder peso. Mas nós queremos comparar duas dietas para ver qual delas é realmente a melhor. Assim, vamos fazer outro experimento.

Vamos pegar outras 100 pessoas e randomicamente colocá-las em dois grupos de 50, Grupo C e Grupo D. As pessoas do Grupo C fazem a Dieta C e todas elas fazem a dieta corretamente. Elas perdem uma média de 0,9 Kg por semana e todas elas permanecem na dieta. As pessoas no Grupo D fazem a Dieta D, e a maioria delas não faz a dieta adequadamente. Como todos sabemos por experiência, é difícil permanecer motivado para fazer uma dieta se você não está perdendo peso. Assim, 30 pessoas do Grupo D abandonam a dieta porque não estão perdendo peso. Nós sabemos que qualquer dieta funcionará para algumas pessoas, e a Dieta D não é diferente. Os 20 que permaneceram no estudo são aqueles que estão perdendo peso na Dieta D. E estas 20 pessoas do Grupo D perdem uma média de 0,9 Kg por semana.

Ao analisar nossos dados, se removermos do banco as pessoas que abandonaram o estudo, nós teremos 50 pessoas no Grupo C, que perderam uma média de 0,9 Kg por semana e apenas 20 pessoas no Grupo D, que perderam uma média de 0,9 Kg por semana. Nós então descobriríamos que ambas dietas são exatamente as mesmas. Pessoas em ambos os grupos perderam 0,9 Kg por semana. Portanto, ambas dietas são igualmente efetivas.

Mas isto é verdade? Claramente não. E este é o problema para o qual a IDT foi projetada. Mas, como vimos acima, ela traz seus próprios erros.

Assim, como tratar com esta questão honesta e efetivamente? Fácil. Explicando os dados dos dois jeitos. Muitas pessoas - pesquisadores, inclusive - querem reduzir um problema a uma única resposta, quando duas são necessárias. IDT permite uma resposta - frequentemente incorreta - a duas diferentes questões. IDT é como o antigo programa de TV no qual o palhaço Bozo sempre perguntava às crianças que ele entrevistava algo como isto:

Então, Bobby, me diga: você vai caminhando até a Escola ou leva seu lanche?

Se Bozo fosse inflexível quanto a uma análise do tipo IDT da questão, ele teria somente uma resposta.

Voltando ao nosso estudo de dietas do Grupo A/Grupo B, podemos ver os dados de duas maneiras:
1. A Dieta A é extremamente efetiva para aqueles que a seguem. (O chamado efeito aderência.)
2. Apenas 40% daqueles que tentam a Dieta A obtém o efeito desejado. (O chamado efeito compromisso.)

Ambas afirmações são verdadeiras. Ambas contém informações úteis. Mas elas respondem a duas diferentes questões. A primeira responde à questão: o que acontece com pessoas que seguem a dieta? A segunda responde à questão: o que acontece com pessoas colocadas na dieta?

Como Dr. Gerard Dallal escreve sobre IDT,

A fraude ocorre quando a resposta à questão do compromisso é dada como se fosse a resposta à questão da aderência!

Em vez de concluir que ambas dietas, A e B, mostram os mesmos resultados (quando claramente elas não mostram), que seria o modo de apresentação deste estudo num artigo científico exigindo IDT, por que não apresentá-lo deste jeito?:

O efeito aderência: pessoas seguindo a Dieta A por 8 semanas perderam uma média de 1,36 Kg por semana enquanto que aquelas que seguiram a dieta B perderam 0,54 Kg.
O efeito compromisso: 40% daqueles tentando a Dieta A permaneceram no estudo enquanto 100% daqueles seguindo a Dieta B permaneceram no estudo.

Conclusão: a Dieta A é significantemente mais efetiva (1,36 Kg por semana versus 0,54 Kg por semana) para aqueles aptos a permanecer na dieta. A Dieta B é menos efetiva mas significantemente menos difícil de seguir do que a Dieta A. (100% das pessoas na Dieta B permaneceram na dieta durante o estudo enquanto 60% daqueles na Dieta A a abandonaram.

Simplesmente não é tão difícil apresentar deste jeito. Provê muito mais informação do que IDT, que tenta responder duas questões com uma resposta.

Agora, vamos olhar a grande mentira low-carb que me levou a esta postagem. Eu estava lendo um livro que eu pretendia resenhar para este blog e surgiu a seguinte sentença:

Há evidência a partir de uma variedade de fontes de que [dietas low-carb] funcionam para perdas de peso de curto prazo. Um ano após iniciar a dieta, entretanto, parece não haver diferença significante na taxa de sucesso comparada àquelas observadas em qualquer outra dieta comum.

Você ouviu isto antes? É uma variante específica do velho: Estudos mostram que embora efetivas no curto prazo, dietas low-carb não mostram diferença na perda de peso após um ano comparadas a dietas low-fat. É a Grande Mentira.

É o último refúgio argumentativo dos defensores de dietas low-fat que estão sendo martelados com todos os dados mostrando dietas low-carb como mais efetivas. Sim, bem, eles dizem, Protein Power pode funcionar no curto prazo, mas um ano de estudo mostra que não é melhor do que low-fat. É como um sinal da cruz na face do vampiro.

Mas é verdade? É, se você acredita na análise IDT. Mas e se você crê num jeito mais acurado de apresentar os dados?
Vamos olhar rapidamente uns poucos estudos publicados que confirmam a ideia de que não há diferenças entre dietas low-carb e low-fat após um ano.

O primeiro foi publicado em Annals of Internal Medicine em 2004. A conclusão dos autores era que após um ano, pessoas

tinham níveis de triglicerideos e colesterol HDL mais favoráveis em dietas de baixo carboidrato do que em dietas convencionais. Entretanto, perda de peso e outros parâmetros metabólicos eram semelhantes nos dois grupos.

No corpo do artigo, contudo, se pode ler o seguinte:
A perda de peso ao final de um ano (média ± desvio padrão) foi -5.1 ± 8.7 Kg no grupo de baixo carboidrato e -3.1 ± 8.4 Kg no grupo de dieta convencional. A diferença na perda de peso entre os dois grupos não foi significante (-2.0 kg [CI, -4.9 kg a 1.0 kg]; P = 0.195 antes e P > 0.2 após ajuste nas variáveis da linha de base). A diferença na perda de peso entre os dois grupos entre 6 meses e 1 ano não foi estatisticamente significante (P = 0.063).

Mas este é todo o palavrório IDT. Leiamos o próximo par de sentenças:
Pessoas na dieta de baixo carboidrato que abandonaram a dieta perderam menos peso do que aquelas que completaram o estudo (change, -0.2 ± 7.6 kg vs. -7.3 ± 8.3 kg, respectively; mean difference, -7.1 kg [CI, -11.6 kg to -2.8 kg]; P = 0.003). Em contraste, a perda de peso não foi significantemente diferente para aqueles na dieta convencional, quer eles tenha abandonado a dieta ou completado o estudo (change, -2.2 ± 9.5 kg vs. -3.7 ± 7.7, respectively; mean difference, -1.5 kg [CI, -5.7 kg to 2.7 kg]; P > 0.2).

Vamos traduzir. Aqueles que abandonaram a dieta low-carb - mas foram contados como se não tivessem - perderam 0,2 Kg, enquanto aqueles que completaram o estudo perderam 7,3 Kg. Você acha que os abandonos falsearam os números? É claro que sim! E olhe a assombrosa frase seguinte. "Em contraste, a perda de peso não foi significantemente diferente para aqueles na dieta convencional, quer eles tenha abandonado a dieta ou completado o estudo..." Assim, não houve diferença nos resultados daqueles seguindo a dieta low-fat, quer eles a tenham abandonado, quer tenham permanecido nela. Se as pessoas que abandonaram o braço low-fat não tivessem sido incluídas, os resultados para aquela dieta teriam sido os mesmos. Incluir as pessoas que abandonaram o braço low-carb, contudo, baixou dramaticamente a perda de peso geral das pessoas como um grupo, tornando-as iguais àquelas no braço low-fat.
Poderia ser dito, de modo acurado, que aqueles que permaneceram na dieta low-carb por um ano perderam significantemente mais peso do que aqueles que permaneceram na dieta low-fat o que, é claro, refuta a Grande Mentira de que dietas low-carb e low-fat provêm perdas de peso iguais em um ano.
Os dois outros estudos usados para perpretar a Grande Mentira de que dietas low-carb não mostram diferença na perda de peso após um ano são os de Foster et al e Samaha et al no New England Journal of Medicine, Maio de 2003.
Quando analisados por IDT, ambos estudos não mostram diferenças significantes entre dietas low-carb e low-fat após um ano. Mas quando vistos a partir da perspectiva das pessoas que permanecem no estudo, vemos uma grande diferença entre os braços low-carb e low-fat.
No estudo de Foster et al, usando uma versão modificada da dieta Atkins, encontramos uma diferença estatisticamente insignificante de 1,9 Kg na perda de peso entre os dois grupos, mediante IDT. Mas quando eliminamos os abandonos e olhamos os dados a partir daqueles que permaneceram nas dietas por todo o ano, encontramos um número estatisticamente significante de 2,8 Kg de perda de peso maior naqueles seguindo a dieta low-carb.
No estudo de Samaha et al, usando a dieta Protein Power LifePlan, aqueles seguindo a dieta low-carb perderam estatisticamente insignificantes 2 Kg mais peso do que aqueles seguindo a dieta low-fat, usando IDT. Eliminando os abandonos, contudo, encontramos um número estatisticamente significante de 3,6 Kg de perda de peso na dieta low-carb versus low-fat após um ano.
Análises IDT dão nos a Grande Mentira: dietas low-carb não são mais efetivas do que dietas low-fat após um ano. Dr. Goebbels ficaria orgulhoso. A verdade, contudo, é um pouco diferente e poderia se dita assim:
Aqueles que seguem dietas low-carb por um ano perdem significantemente mais peso do que aqueles que seguem dietas low-fat por um ano.
Após ler esta postagem você deveria saber mais sobre análise IDT do que 99,9% dos médicos e nutricionistas atuantes hoje no mundo. Não deixe este conhecimento ser jogado fora. Na próxima vez que você ouvir a Grande Mentira, aponte a verdade.

Ok, o estudo publicado no início dessa postagem mostra vantagens para a dieta paleo em relação à dieta low fat convencional. Mas a análise, como sempre, é ITT (intenção de tratar). Imagine se a análise fosse correta? Se mostrássemos os resultados daquelas mulheres que REALMENTE seguiram a dieta?

Não dá pra competir - low carb é sempre muito melhor.

61 comentários:

  1. Incrível mesmo! Mas acredito que qualquer um que tenha feito alguma matéria laboratorial na faculdade sabe como é simples roubar nos dados. É triste saber que grandes estudos usam dos mesmos artifícios, não inocentemente, e publicam falácias em grandes veículos científicos. Realmente lastimável. Dr. Souto, fica uma pergunta um pouco fora do contexto: há alguma correlação entre autoimunidade e ingestão de ovos? No início do ano fiz um exame para detectar possíveis alergias, não deu nenhum resultado para alergias alimentares, apesar d' eu ter consciência que produtos lácteos em excesso são desastrosos para mim. Este exame (aquele onde fixam esparadrapos nas costas com produtos reagente por 6 dias) tem uma margem de erro grande? Tem algum exame mais preciso para alergias e intolerâncias alimentares?

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  2. Melhor momento do meu plantão!. Low carb é muito mais efetiva para a perda de peso e posterior manutençao, além de todos os demais benefícios para a saúde. Parabéns!

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  3. Sim, ovo pode ter a ver: http://www.thepaleomom.com/autoimmunity/the-autoimmune-protocol

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    Em 02/08/2014 17:07, "Disqus" escreveu:

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  4. Como diz Alceu Colares: " a estatística é a prática de espremer os números até que eles digam o que queremos ouvir".
    Jamais o pesquisador deveria realizar qualquer experimento para tentar provar uma teoria que ele julgue correta, e sim fazê-lo (o experimento) buscando descobrir pura e simplesmente a verdade.

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  5. Tem como pegar os dados originais desse estudo e fazer uma análise não ITT? Ah, parabéns por fazer nosso fim de semana mais inteligente, hahahaha

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  6. Tem sim, mas eu não tenho tempo/saco...
    Obrigado pelos comentários

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    Em 02/08/2014 18:26, "Disqus" escreveu:

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  7. Manda o original pro Lúcio Amorim que ele não tem tempo mas tem saco e adora uma estatística!

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  8. Tá no link do post

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    Em 02/08/2014 18:33, "Disqus" escreveu:

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  9. Doutor Souto e demais Neandertais, completo um mês seguindo a alimentação low-carb (não considero dieta, e sim estilo de vida) no dia 8, e já perdi 7kg (pesei hoje após o almoço). Não tive grandes dificuldades em me adaptar porque gosto de proteína e de gordura e os carboidratos não me fazem grande falta. Perder peso é muito bom, é o objetivo para a maioria aqui, mas eu estava mesmo era de saco cheio de me empanturrar de porcarias. Meu humor melhorou, minha disposição... tudo está melhor! Hoje estreei meus halteres de 10kg. Voltei a empurrar o chão (fazer flexões) e vou encaixar um horário para voltar a caminhar em jejum, pois me sinto muito bem, sem tonteira ou qualquer tipo de desconforto. Na primeira semana minha fome cessou de tal forma que eu almoçava num dia e só voltava a comer 24h depois, ou seja, no almoço do dia seguinte. Mas agora estou fazendo jejum (sem forçar) até o horário do almoço e comendo algo a noite, não necessariamente jantando. Pode não ser muito peso perdido, mas impressiona a perda de medidas. Calças folgando, cinto apertando, braços, barriga e pernas diminuindo... E sinto que estou muito bem de SAÚDE, que na verdade é o bem mais precioso e legado deixado por esse estilo de alimentação adotado por todos nós aqui. Resolvi compartilhar esses simples resultados porque eu me motive a comer comida de verdade lendo os relatos de outros leitores do blog, aos quais desejo sucesso nos objetivos traçados. Te admiro muito pela forma como compartilha informações e conhecimento. Assim é que agem os sábios. Em breve marcarei uma consulta, mas vai ser mais para agradecer-lhe pelo bem que fazes do que para me colocar no lugar de paciente propriamente dito. Amplexos.

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  10. Carlos Correa filho3 de agosto de 2014 07:51

    Capa da revista Época desta semana estampa reportagem sobre pesquisas que reabilitam a gordura, certamente, em breve estará no Fantástico!
    O perigo e a timidez de falar sobre açúcar, principalmente sobre o consumo indiscriminado de trigo

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  11. Sairá postagem aqui ainda hoje

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    Em 03/08/2014 07:51, "Disqus" escreveu:

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  12. Dr. Souto, não sei se pela cor do meu cabelo, devido a relativa complexidade do tema ou por eu estar um pouco cansada de tanto que li este final de semana, mas vamos ver se compreendi bem a teoria da coisa. Por este sistema ITT pode-se supor que dietas low carb são mais difíceis de serem seguidas/mais pessoas desistem? TKS

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  13. Qualquer dos braços que seja mais difícil de seguir será artificialmente prejudicado, numericamente falando, pela análise ITT. Nesses estudos, as pessoas são sorteadas para suas dietas. Isso faz com que a aderência seja baixa, especialmente em low carb. É diferente de nós, que somos entusiastas, pois entendemos a ciência e gostamos do que vemos espelho. Captou, loira? :-P

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    Em 03/08/2014 19:05, "Disqus" escreveu:

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  14. Ahhhhh...Agora sim, captei =P
    Espetacular!!!!!

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  15. rindo de vcs! kkkk

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  16. Doutor Souto, meu irmão fez um exame e contatou bloqueio de 42 e 52 das carotidas, a alimentação paleo lowcarb ainda assim é aconselhável o que é melhor tratar com alimentação e aas ou se submeter a uma intervenção, ha o médico passou também à famosa sinvastatina, se possível me orientar agradeço. Abraço

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  17. Não posso interferir na conduta de outro colega. Posso apenas deixar no blog as minhas opiniões, e as pessoas, de posse da informação, poderão tomar suas próprias decisões. Apenas deixo registrado que ovelhas não adoecem comendo pasto, pois esta é a alimentação que evoluíram para comer.

    Em 04/08/2014 07:36, "Disqus" escreveu:

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  18. Doutor, sei de sua ética e a ideia não é nem esta, eu faço paleo lowcarb e meu irmão não faz, e diante da circunstancia irei eu propor a alteração da forma de alimentação do meu irmão, este tipo de bloqueio e reversível através da alimentação e ASS + sinvastatina? Desde já agradeço imensamente seu pronto retorno é isso que faz do Sr. uma pessoa tão especial. Grande abraço.

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  19. Desculpe-me olha eu novamente, tem alguma matéria falando deste assunto, reversão de bloqueio da carótida ou outra artéria? Obrigado novamente. :)

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  20. Obrigado novamente por sua presteza, irei ler e ver se consigo entender tudo. Grande abraço.:?)

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  21. Aline Keila Castro4 de agosto de 2014 16:32

    Acabei de ler esse link, por curiosidade, e olha , é desafiador se alimentar com tanta restrição ... até ler esse texto nunca tinha ouvido falar em "nightshades", fiz uma pesquisa rápida e não entendi a correlação entre os alimentos desse grupo ... pode me ajudar?

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  22. São da mesma família botânica


    Em 4 de agosto de 2014 16:32, Disqus escreveu:

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  23. Eduardo, faço das suas palavras as minhas!! Estou completando minha terceira semana com muito bom humor, disposição, sem compulsão alimentar e sem fome!! O blog e os comentários dos colegas tem sido meus pilares.
    Meus parabéns! ;)

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  24. Começamos praticamente juntos. Dia 8/8 completo um mês. Só "saí da linha" uma vez e nem exagerei. Muito satisfeito com o novo ânimo, sem falar que já não consumo carboidrato processado, trigo, enlatados e outros trash. Abs

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  25. Aline Oliveira Gouvêa5 de agosto de 2014 13:40

    Help/Desabafo
    Conheci o blog a cerca de 1 mês e 1/2 e desde então faço uma mistura de Paleo/lowCarb mas eliminei 100% o Gluten e Açucar de mesa. Tenho 30 anos e depois de uma grave depressão aos 25 ano, minha guerra contra 82 Kg iniciou, hoje meu peso fica entre 71/73 mas meu GRAVE problema é a barriga (não desaparece) já gastei fortunas com tratamentos, nutricionista, cremes etc... quando entrei neste mundo Paleo/lowCarb o que me fez apaixonar é que ia contra tudo o que tinha experimentado até aqui! Li e releio todos os dias o blog e tudo sobre o assunto, nunca vi uma reeducação alimentar tão gostosa (ovo, bacon, manteiga...). Faço Muay Thai 3x na semana e voltei para academia semana passada (fiz durante 3 anos e parei). Hoje só que vem acontecendo algo estranho! Estou sem força, energia... muito sono! tem sido assim de acordo q o tempo passa! Ja vi vários depoimentos de pessoas q ganham muita energia! O que não esta sendo meu caso! Alguém passou ou passa por isso? se sim podem me auxiliar? o que eu posso fazer? Obrigada

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  26. http://robbwolf.com/2012/12/19/carb-paleo-thoughts-part-1/

    http://robbwolf.com/2013/01/02/thoughts-carb-paleo-part-deux/

    http://robbwolf.com/2013/01/09/thoughts-carb-paleo-episode-3-hope/

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    Em 05/08/2014 13:40, "Disqus" escreveu:

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  27. Aline Oliveira Gouvêa5 de agosto de 2014 15:11

    Obrigada Dr. Souto ;)

    Com a ansiedade pelos resultados, esqueço do mais importante, a qualidade de vida! Os artigos de Robbwolf são excelentes e me ajudaram muito a ver outras janelas... e não ficar presa a uma única ideia (lowcarb) principalmente. Ate aqui estava morrendo de medo das frutas e "Carb do bem" como a batata doce! Já introduzi hoje no almoço, e estou pensando tb no jantar. Vou ver como corre meu treino amanhã. Grata pela sua atenção! Vc é d+

    "Remember, hammers are just as important and valuable as screw drivers. It just depends on what the project is and what we are trying to do." robbwolf

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  28. Eu tb, Eduardo. Comecei já zerando carboidrato e consumindo apenas os presentes nas verduras e oleoginosas. Ainda não perdi muito peso, talvez por que já fazia low carb há alguns anos... Mas não era dieta páleo, longe disso, sem mencionar os ataques frequentes a doces, fome infinita, abuso de laxantes, mal humor, ansiedade, vigorexia..! Sinto-me curada de uma doença, muito feliz por mim e por vocês colegas. Hoje completei minha terceira semana e comecei a diminuir as proteínas para 1,5g/kg - que há anos aprendi a comer em excesso (visando hipertrofia) e aumentar a ingestão de gordura. Em algumas semanas conto se consegui mais resultados! Abraço colega, sucesso!!

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  29. Christian Bergamo6 de agosto de 2014 00:17

    Bem, eu não sou médico, mas ja pesquisei muito sobre o assunto e te digo, amigo, não é a sinvastatina que vai resolver o problema. Ao contrario, vai criar mais. As estatinas em geral são muito prejudiciais, uma pesquisa rapida na internet revela isso.

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  30. Christian, você saberia me indicar algum texto onde fala da relação bloqueio de artérias e sinvastatina. Grato pelo interesse em ajudar.

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  31. Doces não me fazem falta mais. O paladar muita, é incrível. Ainda que tenha um ataque compulsivo por doce e enfie o pé na jaca, esqueça tudo no dia seguinte e retome a alimentação low-carb paleolítica. Um deslize não pode estragar todo o conjunto da obra.

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  32. Farad Oliveira de Araujo7 de agosto de 2014 00:03

    Adicionalmente, acredito que pode-se dizer que a dieta LCHF é mais dificil de se seguir por pessoas que não conhecem a ciência da coisa em comparação a uma dieta low-fat por 2 fatores principais. 1- A dieta low-fat é muito mais semelhante ao que as pessoas já estão habituadas a comer no dia a dia. 2- A dieta LCHF vai de encontro às persistentes diretrizes nutricionais principalmente no que tange a lipidofobia. Realmente a dieta low-fat está com grande vantagem no quesito aderência...

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  33. Até o momento, não

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    Em 07/08/2014 00:27, "Disqus" escreveu:

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  34. da uma lida aqui

    http://www.paleodiario.com/2014/02/carboidratos-gentis-para-gaba-cortisol.html

    http://www.paleodiario.com/2014/04/a-fisiologia-da-perda-de-peso-para_23.html

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  35. Olá Dr Souto. Estou lendo bastante o seu blog e os livros e afins que dizem respeito a paleo low carb. Estou muito interessada. Nunca fiz dieta nenhuma. Mas estou precisando perder peso. Sempre fui magra mas de uns 4 anos e meio para cá engordei sem motivos apenas pq comecei a comer demais e errado. Então bora mudar de vida. Começo a paleo semana que vem. Algum conselho? Desde ja obrigada
    Fabi

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  36. Olá amigos! Já estou neste estilo de vida há 2 meses e meio e já se foram 5kg. Sempre me senti bem, mas ultimamente tenho tido muitos gases, chega a doer a barriga, e não tenho mudado muito a alimentação. Basicamente nas últimas semanas diminui a quantidade de comida naturalmente, porque não sinto fome mesmo... Alguém já posou por isso? Se alguém puder me ajudar... Obrigada!

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  37. É isso mesmo! Amanhã completo minha quarta semana, estou muito contente! Apenas almoço as 12h e janto em torno das 19h. Jejuo todo o restante do tempo. Não sinto fome, não tenho vontade de comer nenhum tipo de carboidrato, não sinto cansaço. Continuo fazendo musculação normalmente, 5x na semana e agora ainda faço o hiit 2x.
    DIETA SEM FOME SEMPRE SERÁ MELHOR, e esse "detalhe" já faz toda a diferença!!
    Abraços!

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  38. Esta semana darei início aos exercícios de alta intensidade.

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  39. Olá! Estou no mesmo tempo que vc nestenovo estilo e me sinto muito bem. Perdi tbm 5 kg e espero continuar perdendo, pois eu estava gordinha e preciso perder ainda 20 kg. O que eu posso dizer sobre gases - experiência minha - é que eu sempre bebi leite e nunca havia sentido esse aumento na produção de gases! Rsrs. Mas após mudar a alimentação, diminui o consumo de leite - por não sentir vontade mesmo de bebê-lo - mas toda vez que bebo,tenho mais gases e, tive poucos episódios de cólica pelos gases. Engraçado é que como queijo e não sinto isso. Enfim, é minha experiência. Acho que vc pode anotar o que vc come pra verificar o que pode causar isso. No meu caso, foi o leite. Mas eu ainda bebo de vez em quando, mas 1 copo no máximo. Abçs, Priscila.

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  40. Obrigada! O problema é que não tenho comido nada de diferente, só as vezes fico sem comer (JI). Vou prestar mais atenção! Obrigada pela dica!

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  41. Dr Souto, tenho uma dúvida em relação ao hormônio cortisol, como já disse uma vez sou endomorfo e tenho que fugir interminavelmente dos carbs densos, e moderar nos páleos. Em decorrência disso vivo em uma dieta paleo-low carb entre 20 e 30g paleo carbs. Acontece que sou praticante de musculação, treino 2 ou 3 vezes por semana por apenas 30 min em ALTA INTENSIDADE (semelhante ao HITT). Só faço aeróbicos por lazer, caminhada passeando em qualquer canto por lazer mesmo, fora isso procuro descansar bem e deixar a queima de gordura acontecer pela dieta low-carb. O problema é que tenho medo que por conta da minha dieta meu cortisol eleve demais e acabe por interferir o meu processo de emagrecimento, principalmente nos momentos de exercício. Já tentei inserir carbo paleo pós treino e não deu certo pra mim, acabo tendo mais vontade de comer carbo e estraga tudo, aí voltei com proteína e gordura pós treino e acabou com a fome por carbs. Prefiro deixar meus carbs páleo para a noite antes de dormir que é onde me sinto melhor e me dá uma tranquilidade a mais pra pegar no sono.


    Existe alguma maneira natural de driblar o cortisol para não afetar a queima de gordura? sem ter que comer carbs mesmo que seja no pós-treino. abraço.

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  42. A subida aguda é normal. É o stress crônico que é o problema.

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    Em 12/08/2014 22:36, "Disqus" escreveu:

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  43. Obrigado Dr Souto. Fico mais tranquilo sabendo disso e com certeza não tenho stress crônico. Só quis saber pra tentar ajudar ainda mais o meu corpo, mas se está dando resultado assim vou deixar quieto, pois de fato estou perdendo peso e gordura corporal, só queria maximizar ou evitar um futuro problema por causa do cortisol. Mas quando a perda de peso e gordura estagnar vou partir pra outra tática: Jejum intermitente. Quero meus hormônios funcionando perfeitamente. Abraço.

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  44. Pedro Luis Schütz14 de agosto de 2014 08:37

    Caro Dr. Souto,gostaria primeiramente de te parabenizar pelo seu excelente blog e por compartilhar conosco seus conhecimentos.ENtro em contato para te perguntar sobre a CHIA e a QUINOA.São conhecidas essas sementes como "superalimentos" por conterem boas quantidades de fibras,vitaminas,minerais ,carbos moderados,perfil de aminoácidos excelente e o principal,"glutenFREE".A CHIA tem uma propriedade bem interessante,que seria absorver água e "virar" um gel,que é altamente saciante.Seria a CHIA e a QUINOA sementes "do bem"?ABraço.

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  45. Olá...acho que a dieta low carb páleo é a melhor. estava lendo sobre Artkins e uma coisa chamou minha atenção com relação as gorduras. Lá diz que algumas pessoas são sensíveis as gorduras e não perdem tanto peso com uma dieta high fat,e li sobre alguns suplementos que podem ajudar, como o picolinato de cromo. Seria eu sensível a gordura por isso, mesmo seguindo uma dieta páleo low carb high fat não perdi quase nada de peso? E os suplementos citados seria mesmo bom ingeri-los?

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  46. http://lowcarb-paleo.blogspot.com.br/2012/11/expectativas-versus-realidade.html
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    Em 14/08/2014 11:02, "Disqus" escreveu:

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  47. Olá Pedro,


    Chia tem carbs moderados, mas em termos nutricionais e 'saciantes', penso que não se compara com carnes, ovos, verduras. 60% da quinoa é carboidrato! Não acho que é moderado... Além do que são caros, são grãos, terão fito toxinas e fito hormônios... Mas é bem melhor do que comer qualquer coisa com farinha. Tem gente que gosta e consome!

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  48. Acho que a low carb é fantástica!! Tenho poucas semanas nesse novo estilo de vida e posso dizer que sou outra mulher, ainda obesa, mas uma pessoa mais disposta e sem dores!! Como é bom acordar sem dores!! Quero continuar, mesmo não emagrecendo tanto, porque agora tenho mais qualidade de vida. É claro que tenho muito peso a eliminar e a coisa está indo lentamente, mas viver sem dor é fantástico e olha que já usei vários medicamentos sem melhorar...Agradeço ao Dr. Souto e à Patrícia que nunca deixaram de me orientar!!

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  49. Já viram? http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/08/medico-faz-dieta-base-de-carne-para-investigar-riscos-saude.html?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=g1

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  50. http://www.greenmedinfo.com/blog/200-clinically-confirmed-reasons-not-eat-wheat?utm_source=Healthy+Holistic+Living&utm_campaign=86588d4954-HHL_11_8_2014&utm_medium=email&utm_term=0_a3e44f3b81-86588d4954-108957777

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  51. Dr Souto quanta riqueza de conteúdo tem nesse blog, não tem como não se convencer de que a Paleo é a melhor opção para nossa saúde. Muito obrigada por se dedicar a esse assunto tão profundamente e nos trazer tanta informação!

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  52. Estou fazendo a dieta paleo/lchf (sou vegetariana) há quase 3 semanas e tenho me sentido muito bem, mas estou com problema de constipação. Consumo bastante água, folhas e verduras e faço suplementação com amido resistente (4 colheres de sopa de polvilho doce por dia misturadas ao iogurte), mas passo até 3 dias sem ir ao banheiro e sinto minha barriga inchada. Alguma sugestão?
    Mais uma coisa: Gosto muito de pão e aprendi a fazer um que leva apenas farinha de berinjela, ovos, requeijão e fermento em pó. Posso consumi-lo diariamente?
    Obrigada!

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  53. Olá Jamila,


    tente aumentar o consumo de boas gorduras (manteiga, óleo de coco). Abacate à noite, antes de dormir pode ajudar. Já experimentou a fécula de batata? Experimentou o actimel caseiro? Pode ser que tenha melhor resultado com a constipação. Quanto ao pão, não sei a quantidade que come diariamente, e nem quantos carbs tem o pão, mas lembre-se que se quer emagrecer, melhor controlar os carbs.

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  54. Comecei a dieta ha 1 semana. Como o colega Eduardo, nao tenho muitas dificuldades, ja que sempre comi vegetais. No entanto, tenho uma duvida: o mel pode entrar na dieta (como moderacao). Encontrei um alimento: http://produtos.abras.com.br/detalhes/842 e gostaria de saber se ele pode ser considerado paleo. Como umas duas colheres de cha antes da musculacao somente. Nao preciso perder muita gordura, acredito que deva ter de 18 a 20%. Parabens pelo trabalho.

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  55. Engraçado, pois eu nunca comi TANTOS vegetais como após adotar páleo. Comer mel antes da musculação é garantir que o que será queimado é o mel, e não gordura. Insulina alta = bloqueio da queima de gordura.

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    Em 25/08/2014 19:17, "Disqus" escreveu:

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  56. O mais estranho desse estilo de vida paleo eh a ausencia de fome. Sua cabeca manda comer, mas o estomago nao ronca. Rsrs. Obrigado pela rapida resposta Dr.!

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  57. Olá,


    no geral, já começamos a ver resultados entre a 1ª e 2ª semana. Já tentou abacate todos os dias?

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  58. Olá,
    Abacate todos os dias ainda não. Vou tentar. Muito obrigada pela ajuda.

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