Hiperinsulinismo e obesidade

Dentro da normalidade, nossa insulina aumenta após uma refeição, fazendo com que a gordura seja estocada nas células adiposas e obrigando o uso dos carboidratos (açúcares e amidos) como fonte de energia, impedindo assim a elevação do açúcar no sangue.

Nos momentos de jejum (intervalos entre refeições, ou durante o sono), os níveis baixos de insulina levam à liberação dos ácidos graxos livres na circulação, “emagrecendo” novamente as células que haviam “engordado” na refeição anterior e suprindo nossos órgãos e tecidos com uma fonte contínua de energia. É a insulina, através de seus ciclos, que controla estes processos durante as 24 horas. É evidente que qualquer desequilíbrio que leve a um predomínio, ainda que discreto, da atividade da insulina (hiperinsulismo), levará a um diminuto “engorde” diário dos adipócitos. Como já vimos anteriormente, desequilíbrios inferiores a 1% no sentido da estocagem de gordura em relação à liberação são capazes de induzir a obesidade.

No post anterior, já vimos que o grande estímulo da produção de insulina é o aumento do glicose no sangue. Assim, aquilo que aumentar a glicose, necessariamente moverá equilíbrio no sentido do engorde.